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  • Foto do escritorLivia Duarte

Testes para ansiedade: entendendo a necessidade

Nos estágios da faculdade e na minha prática clínica, vi e continuo vendo um crescimento acelerado de pessoas que buscam saber se têm ansiedade e muitos que me procuram se interessam por testes para avaliar a existência e o grau dessa sensação horrível que trazem internamente.

Existem diversos tipos de testes que o CRP (Conselho Federal de Psicologia) considera importante e válido para avaliação de um quadro ansioso. O inventário de ansiedade de Beck (BAI) por exemplo, colhe informações da última semana da pessoa com vinte e uma questões de múltipla escolha, buscando entender se os sintomas foram suficientes para defini-lo como ansioso. Há também a Bateria Fatorial de Personalidade (BFP) que, além de olhar para ansiedade, analisa outras características baseado nos cinco grandes fatores da personalidade (Extroversão, Socialização, Realização, Neuroticismo e Abertura às novas experiências) e também o HTP realizado através de desenhos pode indicar traços ansiosos. Todos eles são boas ferramentas, mas são ótimos complementares.

Apliquei todos esses testes na faculdade e depois fui para atendimento clínico, onde não usei nada além da escuta profissional. Essa experiência me mostrou que não é só pelos testes que é possível diagnosticar o transtorno de ansiedade. É pelo acolhimento, pelo olhar atencioso do psicólogo diante do sofrimento do paciente, pela escuta cuidadosa e livre de julgamentos, pela empatia profissional com a dor do outro.

Acho válida a aplicação de testes, tanto para ansiedade quanto para outros transtornos, mas atualmente não a uso na minha prática clínica e ainda assim identifico a ansiedade patológica que meus pacientes trazem. Por que, no final, na nossa frente há uma pessoa única e imensurável.

Se quer saber mais sobre sua própria ansiedade e cuidar de uma forma atenciosa, entre em contato e marque uma consulta!

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